
Relendo as postagens dos semestres anteriores, tentando relacionar ao tema tratado em meu TCC, chamou-me a atenção o texto de Helen Buckley na interdisciplina de Didática, do eixo VII.
A relação está na questão que coloco em meu trabalho sobre propor atividades que desenvolvam a autonomia e a criatividade dos alunos.
Um trecho de uma das atividades que nos foram propostas:
Quais atividades você, enquanto professor/a,desenvolve com seus alunos de modo a possibilitar que estes cresçam com autonomia e desenvolvam sua criatividade? "Acredito na importância de adaptar as atividades à realidade da turma, levando em consideração seu meio, sua origem, suas experiências.
Procuro ao máximo, aproximar as atividades propostas à realidade da turma, levando em conta experiências, ouvindo sempre suas opiniões, para que eles venham a construir o conhecimento através de experimentações, com materiais concretos, sempre os incentivando a expressar idéias, hipóteses, opiniões, sempre os desafiando a busca das respostas através de sua curiosidade e desejo."
A escola do menininho não é tão desconhecida pelos educadores. Ainda é comum em nossas aulas apresentarmos textos prontos, que não exijam muito raciocínio nem muita reflexão e pouco desafiadoras e ainda depois, solicitarmos tarefas que reproduzam tudo o que diz o texto, sem que o aluno use sua imaginação,seu poder de criar, enfim sem nenhuma construção de conhecimento. Isso faz com que tenhamos vários alunos como o "menininho" que depois de passar por uma escola que impedia que ele manifestasse sua criatividade e somente reproduzisse o que os professores queriam, não mais conseguia se expressar sem que alguém dissesse o que realmente era para ser feito.
Na questão da Educação Ambiental não é diferente. Os conceitos trabalhados, normalmente na escola, são sempre os mesmos, descontextualizados, prontos, impedindo assim que ocorra uma verdadeira conscientização/sensibilização.
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